Quem já não teve ciúmes que atire a primeira pedra. Pois bem, todos nos já tivemos e teremos ciúmes. O sentimento (amor, ódio, tristeza, ciúmes e etc.) faz parte da condição humana e por isso é extremamente natural. O ciúmes de uma forma controlada pode ser positiva, pois sugere cuidado com as pessoas que amamos (namorado, família, amigos, etc). No entanto, quando esse cuidado é excessivo e existe o sentimento de posse, o ciúmes se torna incontrolável. Nossas primeiras experiências com o ciúmes se dão na relação primária entre a mãe e o bebé. O bebê é totalmente dependente da mãe (como se os dois fossem um só) e para assegurar a presença constante do objeto de seu amor, origina uma verdadeira ansiedade de abandono (medo de perder). Portanto, a pessoa ciumenta não consegue aceitar a posição individual do outro e qualquer relacionamento externo ao casal representa uma ameaça. “Espionar” o celular, email, Orkut, procurar “vestígios” nas roupas, saber onde está e com quem ...